terça-feira, 13 de setembro de 2011
Ronaldo e Zico lançam "Facebook de boleiros" e tentam pinçar jovens promessas

Os ex-jogadores Ronaldo e Zico lançaram nesta terça-feira uma rede social que pretende reunir boleiros, fãs de futebol e jovens que sonham em obter uma chance em algum grande clube do Brasil. O site, chamado P.Nera (www.pnera.com), assemelha-se ao Facebook e tem planos ousados.
O projeto tem como intuito reunir em um mesmo espaço jogadores, empresários e qualquer profissional que lida com o futebol, além dos torcedores. Há também uma proposta que promete realizar o sonho de muitas crianças e jovens do país: ter a chance de treinar em algum clube da primeira divisão.
“O objetivo é dar oportunidade ao atleta que se cadastrou, e todos poderão votar. Temos acordo com quatro clubes da Série A já e em princípio o garoto poderá escolher o clube de preferência dele”, declarou Ronaldo, durante a entrevista coletiva do lançamento, no Museu do Futebol, em São Paulo.
Tudo funciona da seguinte forma: o interessado poderá enviar um vídeo de até um minuto ao site, mostrando suas habilidades com a bola nos pés. Todos os vídeos enviados serão submetidos a uma votação de todos os usuários cadastrados.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
O medo de ficar muito tempo no ponto

Há mais de um ano meu cunhado foi assaltado no ponto de ônibus perto da casa que eu moro hoje. Desde então criou-se um medo natural de ficar parado em um ponto de coletivo sem saber o que poderá ou não acontecer.
Mas outros pontos me causam medo. Não apenas aquele ponto em que passa o coletivo. Oportunidades podem ser desperdiçadas é mais tempo no ponto. E quanto mais tempo, maior é a ansiedade e menor é a perspectiva de crescimento.
Dormir no ponto é uma expressão ruim. Serve para quem fica na janela vendo a banda passar e nada faz.
Tenho medo de estar dormindo no ponto. Daqueles que sentam e levantam e tanto tempo que estão ali. Talvez o ônibus certo já passou e eu não tive coragem de pegar. Ou talvez possa até pegar um errado, mas ainda há tempo para voltar atrás.
Tenho medo de estar sentado, no momento que poderia estar andando. Tenho medo de ficar parado enquanto poderia me movimentar, balançar a poeira e superar as minhas próprias expectativas.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
À imprensa séria, eu tiro o meu chapéu
Meu amigo e grande assessor de imprensa da Prefeitura de São Gonçalo twittou uma frase genial nesse primeiro de junho. “Hoje é o Dia Nacional da Imprensa. Parabenizo todos que trabalham com ética e profissionalismo. Os que não a fazem, mudem de ramo. #imprensa”
Primeiro vamos exaltar a imprensa. Toda a labuta deste profissionais que se dedicam à busca pela informação com o simples objetivo de informar a sociedade. Parabéns a quem mantém, com todas as dificuldades, o bom humor na diária com ética e profissionalismo. Parabéns a quem atropela todas adversidades, das maiores às menores, para que a informação precisa chegue seja pela TV, rádio, jornal, notebook, à tela de nossos smarthphones e aos Ipads. Viva a tecnologia que multiplica os meios de comunicação!
Mas nem tudo são flores. Como em tudo, há pessoas boas e outras nem tanto. Como diria meu amigo da reserva do Polícia Militar, “é um olho no gato e outro no sapato”.
A imprensa não merece seus membros vendidos, gananciosos... antiéticos. Já que não cabem parabéns aos “sem noção” que acham que o rei está a um andar abaixo do dono de jornal.
Não merece parabéns quem vende ou compra opinião. Não merece parabéns quem usa a comunicação para fazer chantagens. Não merece parabéns, quem acha que ter um jornalzinho o faz ter o poder obter todo e qualquer tipo de vantagem.
À ela
Mas a melhor jornalista de João Monlevade merece reconhecimento. Juro que é imparcial. Parabéns pela garra, pelo pulso e pela qualidade no trabalho alcançada mesmo com as dificuldades dos dia a dia. Eu sei que não são poucas. Parabéns por ser a melhor editora em os grandes veículos da região. Parabéns por informar, por ser imparcial, por não ceder a interesses escusos. Parabéns por pautar os maiores e fazer com que sejam pessoas melhores tentando lhe acompanhar. Parabéns por ser quem é. Parabéns Malu Sales!
domingo, 22 de maio de 2011
Disputas internas atrapalham o coletivo
O campeão mundial em 2002 pela seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, também ex-treinador de Portugal (no Mundial da Alemanha) e do Chelsea, revelou que uma disputa interna na seleção quase desviou e deu outro desfecho à campanha vitoriosa.
"Rivaldo e Ronaldo tinham uma briguinha particular, naquela seleção. Um queria sempre fazer mais gols que o outro. Por isso, muitas vezes não passavam a bola, mesmo quando esta era a melhor opção para o time. Um dia, perdi a paciência, chamei os dois, tranquei no vestiário e disse: Ou vocês acabam de vez com essa frescura, ou vai jogar um só. E eu ainda não decidi quem será!. Falei e fui me embora. Deixei os dois trancados lá dentro. Aí o Rivaldo virou-se pro Ronaldo e disse: Olha, é melhor a gente se ajeitar mesmo. Esse cara é maluco e é capaz mesmo de barrar um de nós dois!. E acabou de vez aquela bobajada."
Para Scolari, Rivaldo foi disparado o jogador mais importante na Copa de 2002. "O Ronaldo foi espetacular, fez gols decisivos e tudo mais, mas o cara que desequilibrou mesmo foi o Rivaldo." Segundo o treinador, foi preciso controlar a vaidade dos jogadores, para garantir que eles jogassem para a equipe durante o torneio.
O trabalho em equipe é importante tanto na criação de um simples job, quanto na campanha esportiva vitoriosa. Quando todos caminhos na mesma direção, suprindo falhas alheias (e sendo suprido) as metas são alcançadas de forma mais natural.
No trabalho em equipe, o ego tem que estar “de férias”. Elogios ao trabalho feito em equipe são, de forma especial para cada membro do grupo. Todos são importantes, todos são responsáveis. Quem bate no peito para vangloriar o êxito, tem que abaixar a cabeça para aceitar a falha.
Você pode até se achar ou ser considerado bom na sua função. Mas se não sabe se relacionar... não! Você não é bom.
Não há espaços para o time dos auto-suficientes. Quem faz de tudo, não faz nada certo. O rei que está na barriga pode não passar de um plebeu.
E bola para frente! Não precisamos nos sentir ofendidos. É só fazer o que tem que ser feito.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Bando de Folgados

Fazemos parte de um bando de folgados. Reclamações em demasia. Não fazemos metade do que poderíamos fazer. Recebemos para reclamar.
Somos muito folgados. O dia tem 24 horas e ainda temos tempo durante o dia para dormir, assistir futebol, filmes... Há horário para almoçar. As vezes dá tempo até de fazer uma digestão de 30 minutos. Enfim, só trabalhamos metade desse dia. Algumas vezes esse horário excede. Mas estamos aí para isso. Afinal ninguém nunca morreu por trabalhar umas 14 rodadas de relógio.
Nós gostamos é de dar “tchauzinho”, ter um cargo com um nome legal. Até parece que fomos contratados para ficar sorrindo e dando tapa nas costas de pessoas tanto quanto demagogas.
Não temos humildade para reconhecer que não sabemos tudo. Andamos com um currículo de faculdade de debaixo do braço como se fosse prova de competência. Mas se não fizermos direito, alguém vai por a mão e, aí sim fazer melhor.
Extress? Isso é viadagem! Há sábado e domingo para descansar. Tem ainda férias... quando dá.
Vivemos pedindo aumento. Queremos cada vez mais uma recompensa maior. Mas a verdade é que ganhamos demais. Afinal sempre nos pedem mais.
Não sei. Talvez pouco vem sendo feito.
*Texto puramente fictício
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Para não dizer que não falei

“O sucesso é o maior algoz do poder. O sucesso conquista fãs, arrasta multidões voluntárias. O poder escraviza e tem seguidores por interesses ou forçados. O sucesso é bonito e seduz. O poder é feio e quer comprar.”
Acordei com essa comparação na cabeça, e por isso resolvi colocá-la sobre o texto da igreja São José Operário. Não que tenha relação. Eu não sei qual é a verdade. Quem sabe não quer falar. Enquanto isso, brotam novas estórias para explicar o fato com a calúnia comendo solta. Mas Deus é bom e misericordioso. Espero que ele perdoe.
Casei-me na Igreja São José Operário. Além de um símbolo histórico, ela também é um quadro na parede de minha casa. Quem entra se depara com ela. São José Operário é um marco. Representa muito mais que religião, que história.
O episódio misterioso da saída do padre José Felipe da paróquia no Centro Industrial em nada muda a imagem de imponência da matriz. Quem perde é só a religião. Será algo tão grave para se coberto e deixar que especulações sejam geradas?
A verdade tem pernas longas, por isso é difícil ficar escondida por muito tempo. O jeito é esperar ela sair de debaixo de alguma batina e se revelar.
O silêncio dos "não inocentes"
O silêncio de algumas pessoas ontem me incomodou. "Caras" que comentam tudo. Fazem piada sobre tudo ontem se calaram. Não ficou claro. Mas podem ter certeza, nem todo mundo reparou.
terça-feira, 12 de abril de 2011

Rick Portinari Pietro Perpétuo, um dos colaboradores do A Notícia e responsável pela distribuição do jornal na rota de São Gonçalo do Rio Abaixo, faleceu na manhã de hoje vítima de acidente na BR-381.
Ele também costumava fazer entregas para a shineOn Comunicação.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Pedir pouco não é pedir demais

Chega a ser engraçado quanto mais o tempo passa, mais nossos valores mudam. Coisas que eram fundamentais passam a ser menos importantes, ou até mesmo detalhes, com o passar do tempo.
Com o tempo a gente percebe que o ser humano tem a insatisfação em sua essência a ponto de ser contraditório. É um ser que pede providências urgentes na BR-381, mas reclama das providências tomadas (radares). Mas o que eu quero dizer é que sempre queremos mais e, de preferência, da nossa forma. A satisfação é algo que buscamos, mas afastamos dela imprimindo objetivos cada vez mais distantes.
E nessa busca vamos exigindo tanto de nós mesmo quanto dos outros. As vezes exigências além das possibilidades e vontades alheias. Isso vai até percebermos que ninguém tem culpa por nossos problemas pessoais, limitações, vontades e ordem de seus hormônios.
Quando eu achar que não dá mais para aprender, é porque estará na hora de parar. O aprendizado diário é fundamental para o estímulo humano. Quem se acha sabedor de tudo a sua volta corre o grande risco de passar a vergonha por ser desmascarado por não saber.
terça-feira, 22 de março de 2011
Onde queremos estar

Adriano está mais que certo. Morar na Itália para ser chamado de Imperador e ganhar muito dinheiro é o mínimo frente à felicidade. Não cabe a ninguém julgar; apenas aceitar.
Dizem que lar é onde nosso coração está. Então que seja esse o local da felicidade. Não importa se têm dois andares ou se é de lona. O que importa é realmente se sentir bem.
Não quero que o acordar seja um tormento e que toda noite eu tenha medo e dormir para que o dia amanheça mais rápido. Não quero isso, meu Deus.
Não quero cumprir as atividades sem prazer. Na boa, não nasci para isso. Vou onde for preciso.
